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Alimentação nas férias

 
10/12
Segunda-Feira
 
TAGS: Nut. Mireli Sozo Rech
 
 

Férias, diversão, praia, descanso... quem não gosta? E a alimentação? Entra em férias também?

Nesta época de festas, final de ano e férias, acabamos deixando que as guloseimas invadam nossa alimentação por todo esse período, mas é necessário tomar alguns cuidados para não descuidar da saúde da criançada.

Se as crianças passam as férias em casa, as mães conseguem ter um maior controle, mas é inevitável eles pedirem um cachorro-quente ou hambúrguer no lugar de um prato de comida. Afinal, estão de férias! Outro problema é que, dependendo da idade, a criança tem maior acesso à despensa e geladeira e o que não tiver das guloseimas que eles gostam, naturalmente vão pedir!

Se forem viajar, é uma boa oportunidade para introduzir novos alimentos e sabores aos pequenos! Nas viagens, tudo é novidade e, por isso, pode ser mais fácil fazer a criança experimentar algo novo!
Se o roteiro for praia e estiver muito calor, é preciso que a criança tome água e água de coco com frequência para não desidratar e coma algo saudável antes de irem almoçar.

O que evitar durante as férias:

- Pular o café da manhã não pode. Essa é a refeição mais importante para fornecer à criança energia e nutrientes importantes para seu crescimento como carboidrato (pães e cereais), cálcio (leite e derivados), vitaminas e fibras (sucos e frutas). Além disso, nas férias, o almoço costuma ser mais tarde e com o café da manhã, a criança estará com nutrientes suficientes para esperar a próxima refeição.

- Deixar que comam bobagens todos os dias e a qualquer hora.

O que fazer durante as férias:

- Se for almoçar ou jantar fora, o ideal é colocar no prato da criança todos os grupos alimentares, que são: arroz ou macarrão; feijão; legume, verdura e um tipo carne, que pode ser ave, peixe ou carne vermelha.

- Para os lanchinhos entre as refeições principais, o segredo é oferecer sucos, vitaminas de leite com frutas, sanduíches com pão integral, biscoitos sem recheio ou doces gelados a base de fruta como gelatinas e picolé feito em casa.

- Se conseguir manter os mesmo horários das refeições com a habitual, será de grande ajuda para que o organismo do seu pequeno volte ao normal bem rapidinho após as férias.
 
 
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Nut. Mireli Sozo Rech
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Nut. Mireli Sozo Rech
Nutricionista (CRN2 10062), graduada pela Universidade de Caxias do Sul, pós-graduanda em nutrição clínica, gestora operacional da Expert Restaurantes Empresariais e nutricionista na Clínica Acumpuntura e Beleza.

Contato:
mirelirech@hotmail.com
(54) 9623 1404
 
 

Alimentação na fase pré- escolar

 
28/10
Domingo
 
TAGS: Nut. Mireli Sozo Rech
 
 
Fonte: site Vida Saudável

A pré-escola compreende a fase da criança dos 2 aos 6 anos de idade. Neste período, ela terá o primeiro contato com a alimentação fora de casa.

Esse primeiro contato faz com que a criança descubra alimentos que muito provavelmente não façam parte da sua alimentação diária, como doces, balas, refrigerantes e outras guloseimas.

Além disso, é neste momento que elas estabelecem as suas preferências. É natural que a criança recuse um ou vários tipos de alimentos. É a fase do “Eu não quero”, pois quando a criança descobre as suas próprias preferências, passa a dizer não a tudo o que pensa não ser bom para ela. Ou ainda, distraída com essa ou aquela brincadeira, a criança simplesmente esquece de comer.

DICAS

- Nos lanches preparados para levar à escola, é importante incluir alimentos que contenham carboidratos (pães, biscoitos, cereais), suco de frutas ou frutas (escolha sempre sucos e frutas da preferência da criança) e um alimento lácteo (iogurtes e queijos que podem ser acrescentados nos sanduíches);

- Os líquidos devem estar presentes nas refeições diariamente, através de leite, sucos naturais e água. Evite os refrigerantes e os sucos industrializados;

- É importante salientar que não existe alimento proibido. O que se tem são apenas limites. Uma guloseima ou outra de vez em quando pode ser liberada, sempre com cautela!

 
 
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Nut. Mireli Sozo Rech
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Nut. Mireli Sozo Rech
Nutricionista (CRN2 10062), graduada pela Universidade de Caxias do Sul, pós-graduanda em nutrição clínica, gestora operacional da Expert Restaurantes Empresariais e nutricionista na Clínica Acumpuntura e Beleza.

Contato:
mirelirech@hotmail.com
(54) 9623 1404
 
 

A descoberta dos primeiros alimentos

 
18/09
Terça-Feira
 
TAGS: Nut. Mireli Sozo Rech
 

Crédito: Grupo Ghanem

Aos 6 meses de vida, é recomendado a introdução de alimentos para complementar o leite materno.

A partir daí, o bebe passa a saborear papinhas, sopas e frutas. Essa adaptação nem sempre é fácil, pois exige responsabilidade e paciência.

Neste momento os pais começam a realizar uma educação nutricional em casa, que refletirá na saúde futura desta criança. Portanto, iniciar com hábitos e exemplos saudáveis é fundamental para garantir que seu filho se desenvolva da melhor maneira possível!

Para seu bebe começar a se acostumar com os novos gostos é preciso que os alimentos sejam ofertados individualmente. Assim, será possível identificar pontualmente gostos, rejeições, dores de barriga ou até reações alérgicas.
É importante que o alimento ofertado seja experimentado mais do que uma vez para que o bebê consiga se acostumar com o novo sabor e não sofra nenhum trauma. Por isso, tenha calma.

Nessa fase, o bebê também deve começar a tomar água e sucos naturais, sem a adição de açúcar. Procure oferecer, no máximo, 100 ml por dia. Sempre no copo para não ameaçar a amamentação com a confusão de bicos. Os sucos, principalmente os de frutas cítricas, devem ser oferecidos após as refeições para melhorar a absorção do ferro, presente, por exemplo, na carne vermelha, no feijão e nas folhas verde-escuras.

Jamais substitua os alimentos sólidos por bebidas. Para matar a sede, dê a água e não o suco.

Dicas:

- Realize a introdução do novo alimento em um ambiente calmo e tranquilo;

- Evite consumir alimentos industrializados como sopas prontas, mingaus prontos e sucos industrializados. Eles contêm conservantes e outros aditivos dispensáveis. Utilize o produto na sua forma in natura;

- Evite ofertar alimentos fritos e defumados, pois contém muito sódio e uma quantidade excessiva de gordura;

- O mel só deve ser consumido pela criança após o primeiro ano de vida. Ele esconde um tipo de toxina capaz de desenvolver uma forma de botulismo (uma forma de intoxicação alimentar rara) em crianças de poucos meses. Nessa idade, a flora intestinal ainda está em desenvolvimento e não consegue barrar a ação dessa bactéria;

- Leite de vaca pode provocar alergias (contém mais de 25 proteínas potencialmente alergénicas). Introduzido-o mais tarde na alimentação da criança, reduz-se essa probabilidade;

- A clara do ovo*, carne suina, frutos do mar* e amendoins podem provocar alergias. Evite esses alimentos até a criança completar 1 ano de idade;

- O sal e o açúcar não têm qualquer benefício e impedem que a criança assimile o sabor natural dos alimentos;
Incentive hábitos saudáveis desde cedo ao seu pequeno. Isso só trará benefícios na sua vida adulta!

*A Sociedade Brasileira de Pediatria liberou o consumo de ovos e frutos do mar a partir do sexto mês. Converse com o seu pediatra para juntos definirem o melhor momento.
 
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Nut. Mireli Sozo Rech
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Nutricionista (CRN2 10062), graduada pela Universidade de Caxias do Sul, pós-graduanda em nutrição clínica, gestora operacional da Expert Restaurantes Empresariais e nutricionista na Clínica Acumpuntura e Beleza.

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1º de agosto: Dia Mundial da Amamentação

 
01/08
Quarta-Feira
 
TAGS: Nut. Mireli Sozo Rech
 
No dia 1º de agosto comemora-se o Dia Mundial da Amamentação!

 

Crédito: Fundação Hemopa

O leite materno é um dos principais alimentos para nutrir o organismo humano. Por isso, ao nascer, toda criança deve receber o leite materno.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. Ou seja, até essa idade, o bebê deve tomar apenas leite materno e não se deve dar nenhum outro alimento complementar ou bebida.

O leite materno contém proteína de fácil digestibilidade para a o bebê, é suficiente em ácidos graxos essenciais, vitaminas, minerais, ferro, água, além de conter propriedades anti-infecciosas que protegem os pequenos.

O aleitamento materno é de suma importância para todo o ciclo da vida da criança, prevenindo situações que se desenvolvem desde os primeiros meses e anos de vida, como doenças carenciais e processos infecciosos, por exemplo, até doenças crônicas não transmissíveis, mais comuns na vida adulta.

A partir dos seis meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno. As crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os dois anos de idade.

Amamente com carinho, cuidando e deixando a criança crescer e se desenvolver naturalmente. Isso fortalecerá ainda mais o vínculo entre você e o bebê!

Vantagens do aleitamento materno para o bebê
- Proporciona uma nutrição superior e um ótimo crescimento;
- Fornece água adequada para hidratação;
- Protege contra infecções e alergias;
- Favorece o vínculo afetivo e o desenvolvimento.

Vantagens do aleitamento materno para a mãe
- Protege a saúde da mãe;
- Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal reduzindo o risco de hemorragia;
- Reduz o risco de câncer de mama e de ovário;
- Ajuda a retardar uma nova gravidez.

Vantagens do aleitamento materno para a família
- Melhor saúde e nutrição, mais bem-estar;

Vantagem econômica
- Custa menos do que a alimentação artificial;
- Os gastos com cuidados médicos são menores.

Mitos!

Dar de mamar faz os peitos caírem
Falso. A queda do peito depende de vários fatores: hereditários, idade, aumento do peso. A própria gravidez causa mudança na sua forma e posição.

Meu leite é fraco
Falso. Não existe leite fraco. O leite materno tem todas as substâncias na quantidade certa que o bebê precisa para crescer e se desenvolver sadio. O leite do início da mamada é mais “ralo”, pois contém mais água, menos gordura e grande quantidade de fatores de defesa. Contém também mais vitaminas e sais minerais. O leite do fim da mamada é mais grosso, pois tem mais gordura e engorda o bebê. O bebê precisa do leite do começo e do fim da mamada.

Só meu leite não sustenta e o bebê chora com fome
Falso. Nem sempre que o bebê chora é por fome; pode estar com cólica, frio ou calor, molhado, ou simplesmente querendo carinho (colo). Lembre-se de que o choro é a única forma de o bebê se comunicar nos primeiros meses de vida. O importante é que ele esteja crescendo bem.

Mãe que está amamentando não pode trabalhar fora
Falso. A mãe pode dar de mamar nos períodos que estiver em casa. Pode retirar e
guardar seu leite para ser oferecido ao bebê enquanto ela estiver fora.
 
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