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Das preocupações de ser mãe

 
22/11
Quinta-Feira
 
TAGS: Paula Belmino
 
 
Crédito: Renata Miranda
Meus olhos se encheram de lágrimas ao ver esta imagem tão bela... Minha filha em uma fotografia, parecendo pintura aquarela. Chorei pelo simples fato de vê-la crescer em beleza e formosura e a cada dia assumo: sou ainda mais extremamente apaixonada por ela.

Mães são assim. Se preocupam o tempo todo, na gestação se come bem, se o feto está bem, se se mexe muito, se fica quieto, se machuca dormir por cima da barriga, e aí se fuma para de fumar, se bebe não bebe mais, procura alimentos cheios de vitaminas para nutrir o filho amado e adota cuidados extremos que o coração e alma mãe adota pra zelar em amor o filho que ama

Guardei a Alice 9 meses dentro de mim e temia que, após o nascimento, eu não fosse ou viesse a ser uma mãe perfeita como não sou e não serei. E isso preocupa, frustra, mas também mostra que é preciso aprender a amar sem castrações, que o filho é criado para o mundo e que a gente precisa abrir os braços e soltá-la num abraço para correr, crescer e ser feliz.

Quando estava grávida, queria guardá-la pra sempre dentro de mim, mesmo ansiando tocar seu rosto. Queria protegê-la das aflições do mundo, mesmo desejando que o dia dela chegar se anunciasse e eu pudesse lhe mostrar as flores, as cores, os prazeres da vida e da natureza, as poesias, as letras, os sons, um mundo novo de amor fora da minha madre.

Nunca esquecerei a primeira em que a vi, em choro rápido e olhar azul acinzentado na minha visão turva devido a anestesia, e quando a pediatra colocou ela perto de mim depois de limpá-la. Ela parou de chorar e sorriu. Tenho o vídeo desse momento gravado, mas a minha mente foi quem melhor registrou: minha criança, meu anjo velado, formado em amor.

Um sonho, um milagre que se realizou...

Trago dentro de mim mesma que eu passe o dia longe dela o seu cheiro e a maciez de suas mãos, as lembranças dos primeiros passos, o jeito de dormir, a cor dos olhos, não mais azul acinzentado, mas agora a cor castanho esverdeado furtacor, e são eles grudados em mim, na memória e coração, meu porto e guia, olhos que me conduz a virtude de aprender a cada dia ser mãe

Minha filha, a menina de meus olhos, crescendo como desejo e como sempre temi e desejei!

Choro agradecida a Deus que ela cresce em saúde e eu vou aprendendo a ter medo, pois só tem medo quem precisa acertar, quem precisa seguir em frente sem recuar. E educar dá medo, pois não é tarefa certa de se acertar.

Quero deixar pra ela um mundo perfeito, poesias e educação, que ela seja alguém, que a todos faça o bem. E seja ela o que desejar, professora, advogada, médica, no que conseguir se formar, mas que seja feliz e que em seus olhos brilhe o sorriso que primeiro eu vi.
 
 
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Paula Belmino
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O novo susto do Gui (o último do ano... Por favor!)

 
21/11
Quarta-Feira
 
TAGS: Lu Vicenzi
 
Estou impressionada comigo...

Novamente fui a mãe forte.

E é claro, como não poderia ser diferente, foi o Guilherme quem aprontou...

Estávamos na praia, mais precisamente na Praia do Rincão, pertinho de Criciúma.

A “tia Débora” (ou “Bobara” para o Gui) estava arrumando as unhas da Kaká e da Bruninha, quando o príncipe, sorrateiramente, subiu em uma cadeira, pegou o esmalte vermelho, abriu e começou a pintar o próprio rosto. Inclusive sobre o olho.

Não chorou porque o olho se protegeu produzindo lágrimas em excesso.

A Débora me chamou sem alarde, mas quando o pai viu, começaram as reações, que agora são de riso, mas na hora foram de pânico completo...

Vamos a elas:

A mãe: prática, abriu a mão do Gui, tirou o esmalte e jogou o guri debaixo da água da torneira. Aos berros, conferiu que o problema era menor do que imaginava. Num segundo momento, com o filho esperneando, retirou dos cílios a camada de esmalte com um cotonete.

O pai: em pânico, começou a girar, fechou os olhos dele e da Kaká, abriu a porta da rua e respirou. Motivo: achou que era sangue e que o garoto tinha rasgado o olho ou coisa do gênero.

Gente, o pânico foi imenso.

Algo que não tem como contar.

Na hora só pensei em resolver. Em limpar e tirar do rosto do menino a camada de esmalte vermelho. Depois pensei nas reações e conclui que, sim, sou uma mãe que reage no susto e faz a coisa certa.

Era muita gente falando ao mesmo tempo, as meninas assustadas e eu concentrada.

Não sei de onde tirei essa força. Mas tirei.

Nenhuma sequela ficou, só a vontade de dizer para o papai: “hei, você já foi mais forte!”. Mas entendo... Hoje a forte fui eu, amanhã pode ser ele!

Ainda teremos alguns sustos pela frente!
 
 
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Lu Vicenzi
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Com que mala eu vou?

 
19/11
Segunda-Feira
 
TAGS: Equipe de Desenvolvimento de Produtos da Dedeka
 
Enfim, férias! Está chegando o momento mais esperado pela garotada: as tão desejadas férias... momento de viajar, rever amigos de verão ou, simplesmente, conhecer novos lugares.

Quando chega o dia da arrumar a mala, é tanta coisa que os pequenos querem levar que fica difícil ter uma mala só. Para deixar a viajem ainda mais divertida, alguns fabricantes de malas estão incrementando seus produtos para acompanhar a garotada em suas aventuras.

Esse modelo da Trunki, uma empresa do Reino Unido representada nos EUA pela Melissa&Doug, é uma ideia muito legal, além das malas serem lindas e super divertidas, ainda podes ser usadas como carrinhos para facilitar a vidas das mamães pelos aeroportos.

 

Fonte da imagem: Blog de Brinquedo
 
Outros modelos bem legais são estes da Samsonite. São as “Sammies Dreams”, com formato de bichinhos. Alguns modelos têm rodinhas e outros são no estilo mochila.
 
Fonte da imagem: Super Informado



Fonte da imagem: Spohszine
 
Além dessas, existem outros estilos divertidos que também fazem o maior sucesso com a garotada.

 
  
Fonte das imagens: Bate Cabeça

Opções não faltam e é importante reforçar que, para a viagem ficar mais divertida, devemos lembrar de levar alguns itens importantes como:

- Kit pequenos socorros;
- Kit de higiene pessoal;
- Kit de roupas para cada dia;
- Kit de calçados para cada ocasião (tudo em conjunto com os trajes montados);
- Kit de brinquedos e jogos para a diversão do viajante.

E não esqueça que as crianças devem ter roupas confortáveis, que não amassem e que sejam de acordo com o clima do local das férias. Lembre-se, também, de deixar as malas organizadas, pois isso facilitará a vida das mamães e das crianças.
 
Fonte da imagem: Dona Giraffa

Boa viagem!

 
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Equipe de Desenvolvimento de Produtos da Dedeka
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A importância do brincar

 
19/11
Segunda-Feira
 
TAGS: Paula Belmino
 

É brincando que se aprende, que a criança vivencia os conflitos e compreende a realidade, que administra medos e resolve problemas, constrói conceitos e amadurece pra vida.

A criança brinca desde o ventre da mãe com o cordão umbilical, com as mãos, pezinhos, ouvindo a voz materna e ao nascer continua respondendo a estímulos e brinca e desenvolve sentidos através do toque, do olhar, brincando com as cantigas de ninar que a mãe canta enquanto embala ao sono. Ou na hora do banho, quando conversa com ela enquanto nomeia partes do corpo, ou na hora de dormir ou tirar uma soneca conta lindas historias e canta canções de ninar, de roda, poesias e cirandas, tudo gira em torno do brincar.

Brincando a vida fica mais divertida. Aprender a ler se torna mais fácil,brincar com as letras de um quebra-cabeça, um tapete de letrinhas, um recorte -colagem ou contar os números com material concreto, pedrinhas, palitos, jogos educativos, aprendendo conceitos de formas e espaços. Brincadeiras vivo ou morto, pega-pega corrida no saco estabelece relações e conceitos de lateralidade, espaço e concentração, além de fazer a criança ser criança, tendo uma infância feliz e cheia de criatividade.

É fácil perceber nas escolas que crianças que brincam mais tem mais aptidão pra escrever melhor, melhoram o vocabulário, são ricas em falar e compreender o que os adultos falam e possuem facilidade e mais ideias e afinidades com textos e contos de fadas.

É importante brincar, se fantasiar, ser menina, mocinha, princesa, heroína, rainha e bruxa e, assim, vivenciar papéis da sociedade, saber distinguir o bem do mal, saber ver a verdade e a mentira, e a pensar ser feliz e brincar.

Brincar com a tecnologia, nos tempos em que o computador está ao alcance de quase todas as famílias brasileiras, aprender jogos e estar incluso no mundo digital. Porém, correr no parque, visitar museus e teatros, andar de bicicleta e patins, fazer bambolê, pular amarelinha, cantar e pular. Brincar!

Brincando a gente aprende que a vida pode ser vivida com facilidade e, assim, superar os desafios que ela nos traz de maneira lúdica, vivenciar momentos difíceis e saber que tudo se pode tentar, resolver, conquistar.

Brincando a criança vai longe no mundo da imaginação a realidade enfrentar.
 
 
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Paula Belmino
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